Apesar da garantia fundamental, inserida na Magna Carta Constitucional, as autoridades constituídas pelo exercício da cidadania (em algumas épocas, fora do período eleitoral), têm sido intolerantes, insensíveis para com os evangélicos, quando impõem rigor à nossa comunidade e extrapolam a própria legislação obsoleta, ultrapassada, formal e burocrática – a exemplo de exigir 250 banheiros da Igreja Mundial do Poder de Deus, quando nenhuma instituição ou estabelecimento comercial – shoppings centers, terminais rodoviários, aeroportos - desta cidade, dispõe desse numero exorbitante de banheiros, o que contrapõe, viola o inciso VI, do artigo 5º, da Constituição Federal, que assegura, não apenas a liberdade, mas a inviolabilidade do exercício dessa prerrogativa, desse direito da cidadania. A Carta Maior da República não apenas assegura a liberdade do exercício da fé, dos cultos religiosos, como impõe ao Estado - Governo Federal, Estadual e Municipal, o dever de proteger o local de cultos e suas liturgias, inviolabilidade da pregação do Evangelho, da palavra de Deus. São direitos assegurados no capítulo das Garantias Fundamentais. São as chamadas cláusulas “petreas”, que nem mesmo a Câmara Federal, o Senado Federal, podem retirar esse direito do povo brasileiro, conquistado pelo Poder Constituinte de 1988, o mais soberano de todos os poderes. Lamentavelmente, na cidade de São Paulo, onde se travaram as lutas pelo exercício da liberdade, pela conquista da democracia, vemos tolhidas, sonegadas, as Garantias Fundamentais. Não bastasse essa imposição Constitucional para assegurar a proteção ao exercício da fé Cristã, o papel social desenvolvido pelas diversas denominações, sobretudo pela Igreja Mundial do Poder de Deus, na recuperação plena de drogados, traficantes, de criminosos nas suas diversas modalidades delitivas, evangelização em presídios, viadutos, praças, favelas, incluindo o complemento da assistência material - com alimentos preparados, cestas básicas, roupas, calçados, assistência médica, odontológica, oftalmológica, orientação jurídica, cortes de cabelos, banhos; enfim, uma série de ações sociais, desenvolvidas pela AMAS - Associação Mundial de Assistência Social, comandada com amor pelas mãos da bispa Franciléia, esposa do apóstolo Valdemiro. O que lamentamos é que todo esse trabalho espiritual, de assistência social, não é reconhecido, não é recepcionado pelos dirigentes da cidade de São Paulo. Contrapondo à receptividade, ao carinho, que a Igreja Mundial do Poder de Deus tem recebido de autoridades de outros municípios, a exemplo da cidade do Rio de Janeiro, com a presença do prefeito Eduardo Paes, daquela cidade, em eventos da Igreja Mundial do Poder de Deus, não para pedir votos, mas para reconhecer e agradecer publicamente ao apóstolo Valdemiro Santiago, os serviços espirituais e sociais prestados pela Igreja Mundial do Poder de Deus. Vamos orar para que a cidade de São Paulo assegure o exercício da liberdade de culto, da pregação da palavra de Deus, bravamente estampada na fala gravada pelo Dr. Ulisses Guimarães quando da promulgação da Constituição Federal, chamando-a de “Documento da Liberdade.” A indignação, as lágrimas não são só do apóstolo, são de todos os brasileiros, que repudiamos de forma veemente as ofensas, as agressões ao povo de Deus. Aqueles que perseguem a obra de Deus, no tempo certo, pagarão o preço!
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